terça-feira, 1 de janeiro de 2008

E dizer que eu saí, inesperavelmente, com as pessoas mais improváveis possíveis, e me diverti de forma descomunal.

Virei o ano, diferentemente do ano passado, feliz e festejando... e sabendo que dessa vez vai ser mais difícil o caminho devido a alguns imprevistos e erros de trajeto, mas que depois de ter sobrevivido a 3 dias alcoolizado e vomitando tudo que comia, eu posso passar por problemas bem maiores sem quase nenhum sufoco.
Hora de arrumar algumas soluções para problemas que, dessa vez, virão COM CERTEZA... e precisarei estar preparado pra isso.
E tentando me recompor depois de diversas problemas recem-ocorridos. E tentando esquecer alguns deles por já não importarem mais.
E pensando naqueles beijos que poderiam se repetir a qualquer instante, pq eu não cansaria deles nunca. E pensando naquilo que um dia chamei de familia, mas que agora desfalcada está. E pensando no quanto eu bebi a mais do que meu corpo suportava.
Mas eu vi os fogos, e eles reluziam e refletiam no mar. E eu, admirado, enchia a cara com novos camaradas ((mesmo sentindo falta de alguns outros, e de um em especial)), e gritava e chamava atenção, e vomitava, e dessa vez estava embalado por outros ritmos, mas nada de melancolia.... e eu adorei isso tudo, e repetiria, e tentaria levar mais pessoas junto, mesmo que tivesse outras opções ((as quais também relevaria e pensaria no caso em questão)).



Primeiro dia do ano... e por mais que tenha sido um ano brilhante, cheio de coisas boas ((exatamente aquelas do Prelúdio Inevitável)), continuou sendo um ano igual aos outros.
Um dia eles vão ser melhores, eu garanto.





Boas-vindas ao novo ano a todos vocês, e ignorem a minha falta de inspiração pra tal dia especial... e ignorem tbm o fato que eu sigo dizendo que são anos iguais. Mas podem anotar: 2008 vai terminar bem melhor, e eu quero registrar isso tudo pra que vcs vejam que não estou mentindo.
Fortes abraços a todos, muita paz, amor e compreensão.

Até!

sábado, 22 de dezembro de 2007

Diarios de Bordo e alguns pensamentos...


17.12.2007


Estou no terminal rodoviario da highland, dentro do onibus do que me levará até parte do meu destino final, (final? aaahn, por hora sim)

viagem esperada, mais do que isso, planejada, nos minimos detalhes, por 5 minutos mantive meu olhar fixo na bandeira do meu estado que balançava inquietamente do outro lado do terminal rodoviário, sentindo o vento a leste, que me empurrava de volta pra casa, mas não me movi, só observei, enquanto concretizava o que era pra ser feito, viagem cansativa, o ar-condicionado do onibus não chegava no assento 43, e a temperatura interna do veiculo quase atingia o mesmo numero do meu banco (43, né idiota!) prefiri durmir, na verdade, era melhor fechar os olhos, do que ver as ruas passando por mim, sem previsão de quando iria reve-las, as lembranças das noites insanas, e caminhadas longas pelo caminho, que agora fazia de onibus, me saciavam, antes mesmo de sairmos dos dominios de Caxias do Sul, as pessoas já haviam se enturmado, e começado a reclamar de qualquer coisa que não os satisfazessem, o filme legendado, o ar-frio demais, a falta desse ar-frio no fundo do onibus, a CPMF, o recheio do pastel da rodoviaria, enfim, reclamavam de tudo, minhas primeiras palavras foram: -você tem 15 minutos, aproveite-os. disse isso pruma garota com cara de tédio, as 23:45 quando paramos em curitiba, na verdade minhas paradas resumiam-se em uma sfiha, coca, coca-cola e 4 cigarros, enquanto consumia esses produtos, escrevia o que escrevo aqui, agora.


18.12.2007


Depois de algumas horas em São Paulo, estou prestes a partir, minhas mandibulas tremem, minha lingua não sente os sabores, pela primeira vez, algumas coisas perderam a graça, e num flashback constante, as coisas que fiz no fim de semana que precedeu essa terça-feira vem a minha mente, de certa forma isso ameniza a minha indignação comigo mesmo, paralelamente a isso, olho toda essa multidão, e imagino pr'onde estão indo, porque estão indo, e porque não ficam, faz uma hora que estou sentado do outro lado das plataformas, da paltaforma 67, o chafariz atrás de mim, quase me molha, e isso me parece ironico, centenas de malas, bolsas e afins, aguardam meu onibus, e eu aqui, com minha velha e guerreira mochila, não preciso mais do que isso... será que não? se não precisasse mais do que uma mochila, não estaria aqui agora, escrevo pra organizar meus pensamentos, mas mesmo usando esse artificio, tenho certeza de pouca coisa, as coisas poderiam ser fáceis, como nas musicas, junkiemovies, e afins, será que chega uma hora, na vida de todo mundo, que precisamos deixar de viver num clip, ou parar de encenar overdoses, pra tomarmos decisões dificeis? Ninguem me dará essa resposta, ninguem tem essa resposta...

O nome da viação proprietaria do onibus que me levará ao sertão, é NOVO HORIZONTE, aproveitando esse nome ridiculo, eu lembro novamente à mim mesmo, que meus horizontes não mudaram, nem mudarão, afinal, promessas são promessas, e sempre temos as opções, podemos quebrar essas promessas, ou trava-las de forma que sejam cumpridas, basta escolher, e quando se tem coragem para escolher tudo que sempre se quis, é preciso sacrificar algo, se afastar, de certo modo, morrer, eu tive coragem, e o mundo sempre me pareceu um patrimonio agradavel, em alguns momentos, eu declinei nessas decisões, pensei em nem vir, é óbvio que eu prefiro caminhar 10Km, num domingo de manhã, voltando de um sitio qualquer, de uma festa qualquer, depois de dizer coisas legais, pr'alguem mais legal ainda, mas, tenho todo tempo do mundo, e o tempo... passa rápido.

19.12.2007

Depóis de 49 horas, cheguei ao sertão, e isso não me inspira muito a escrever...

beijo pro meu pai, pra minha mãe, especialmente pra você *-*

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Prestes a partir...

mas antes devo dizer que, temporariamente eu estarei fora desse lugar, estou viajando com meus pertences, indo pra não sei onde, em busca de algo que desejo, na verdade não é o meu desejo mais profundo estar lá, mas pra tal desejo se realizar, devo passar em lugares um tanto quanto peculiares, Cabral passou por aqui enquanto seguia o desejo de achar as indias, mas creio que encontrarei menos ouro e gente burra que troque esmeralda por pasta de amendoim, do que aquele mercante filhodaputa. Se acreditasse nisso diria que Deus quis assim, mas digo que a escolha foi minha, e devo segui-la, pode ser o fim, pode ser a morte, e o dia da morte é um dia muito divertido pra ficar trancado dentro de minha casa, fim implica, posterior começo, e morte implica volta, meus caros, entendam que estou a caminho do começo, e prestes a voltar, não posso fugir do que eu mesmo traçei pra mim, então mostrarei a eles, o tilintar das espadas, o brilho de minha pistola, e a sombra de minha bandeira, bandeira essa que terei que erguer sozinho, pelo menos desta vez, a caminho do fim, e morrendo, as coisas no inferno são mais fortes, e tem mais gosto de vida. Sigam meus caros, o horizonte ainda está muito distante pra voces, e eu estou a todo pano em busca do meu.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

prevenção contra o google O_o

Já que o orkut vai ser deletado, vou postar o meu 'quem sou eu:' atual, aqui...

'Então eu parei, o mar parecia gelado, e me faltou vontade de pular da prancha, os meus amigos estavam no calabouço, e nada podiam fazer pra me ajudar, era hora de tomar minhas decisões sozinho, a ilha mais próxima estava distante, seria impossivel nadar até lá, o mar estava realmente gelado, sentia a brisa fria batendo no meu rosto, e o vento congelante esfriar meu suor, me restavam duas balas no revólver, tomar o poder do meu barco novamente, nem me passou pela cabeça, seria loucura tentar render os invasores, então olhei para o mastro, vi minha bandeira sendo agitada pelo vento, saquei minha arma e atirei na prancha, cai no mar, e me agarrei ao pedaço de madeira, dois dias e duas noites se passaram, e eu estava em terra firme, longe dos meus amigos, e de tudo o que não desejava me afastar, mas eu quis assim, eu não tive coragem de ficar e lutar pelo que era meu, não tive coragem de arriscar perder tudo, pra poder ter tudo, então eu pulei, e hoje vejo, de nada adiantou, novamente estou numa prancha, e o mar está frio...'

só depende de nós.

E o bipe do messenger...

Não me mostra nada além do fato de que o tempo está passando... e palavras vão sendo proferidas do outro lado da tela mágica... sendo proferidas e mal digeridas!
Não preciso entender, e nem quero. Ele também não precisa, e com certeza não quer. Mas e agora?
Seis semanas rapidamente se transformam em uma, e parece que estou na reta final para curtir cada segundo, pois algo dentro de mim me diz que é a ÚLTIMA SEMANA... os últimos goles de rum bebidos juntos, os últimos de vinho... os últimos sonhos na padaria perto da rodoviária... as ultimas tardes sentados no topo do Calvário, apenas assistindo o MOVIMENTO lá embaixo... e as últimas mini coca-colas de cinquüenta centavos daquela outra padaria, a do Mainstream da Higher Land.
Pode ser a ultima vez que cantemos Libertines juntos, e a ultima que possamos nos abraçar e chorar e dizer que o mundo é uma merda... e a ultima vez que eu tenha a quem pedir dinheiro emprestado, ou arrastar até a parada de onibus...
pode ser a ultima vez de tudo
e eu simplesmente nao posso e nem tenho como entender esse tipo de coisa
um ano acabando
e por mais que eu queria ver tudo na boa
não vai ser possível
não dessa vez
...

Rehab?

Os dias não páram enquanto preparo minha postagem de fim de ano, e alguns acontecimentos merecem ser postados enquanto ainda estão ocorrendo, um deles é a recaída do meu chefe, desde sabado que ele não aparece no trabalho, e faz 15 minutos que não o vejo, ontem, dia 4 de dezembro, por volta das 22:30, ele me ligou, seu tom de voz estava estranho, mas ele parecia bem, pediu que eu fosse até o morro do calvário (ponto turistico da cidade), no mesma hora coloquei uma jaqueta, e sai de casa, deixando o computador ligado e pessoas falando comigo no msn, chegando lá, entrei no carro, e sem dizer uma palavra, saimos as voltas, percebi que havia algo errado, senti o cheiro forte de cerveja e cocaina no interior do veiculo, quebrei o silencio, fiz um resumo do dia no trabalho, afim de mostrar, que pelo menos lá, tudo estava bem, conversamos um pouco sobre isso, e depois indaguei: "tu não devia estar em curitiba agora?"
ele retrucou: "devia, mas..." notei a expressão de indignação consigo mesmo, ainda havia latas de skol atrás do banco, 5 delas, isso implicava que ainda havia cocaina escondida em algum lugar do carro, na verdade ele não precisava de alguem que lhe dissesse algo, não precisava de conselhos, e muito menos de alguem que quisesse cheirar com ele, por isso eu estava lá, na verdade, pessoas que tem o hábito de usar essa droga, as vezes só precisam estar com alguem, palavras e textos decorados são dispensáveis, afinal elas não tem poder sobre o efeito que uma grama faz...
pouco tempo depois, a cerveja e a cocaina tinham acabado, e o sol ainda demoraria a nascer, uma fina garoa caia sobra o para-brisa do carro, e os limpadores estavam desativados, o ronco forte do motor era maior que o barulho da chuva, e só nós estavamos na rua nessa madrugada de quarta-feira, paramos no mesmo lugar que estávamos no inicio, e lá ficamos, em silêncio, e agora com uma indignação mútua, as 7:00 cheguei em casa, e depois de um tempo deitado eu durmi, acordei ao meio dia, almoçei e fui trabalhar, lá nos encontramos novamente, e passamos a tarde fumando cigarros e tomando chimarrão, creio que as coisas ficarão bem, ele não pode voltar voltar ao rehab, não agora.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

come back ^^

Oito dias depois da minha uúltima postagem eu volto, sóbrio e com planos de ficar bebado...
e com planos mais sérios e menos habituais tambem, tipo, arrumar carona com um caminhoneiro, aceitar os baianos que me adicionam no orkut, afim de saber se existe ou não, gente legal por lá... meu horario de almoço diminuiu, agora só posso ouvir duas vezes 'dazed and confused' ¬¬
e... drogas... tô fora ;x

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Breves desculpas e algumas delongas...

Sim, peço desculpas pelo abandono temporário. E não vou pôr a culpa disso em mentirinhas clássicas como "fiquei sem net" ou "tava viajando" ((ambas ditas com uma aguda e debochadamente disfarçada voz feminina)). Vou simplesmente dizer que minha mente pediu umas férias e, uau, voltou delas um pouco renovada.

Uma cacetada de planos novos, várias artimanhas pra vencer a má-sorte, algumas reviravoltas e, voalá, temos um Felipe cheio de histórias pra contar desde sexta-feira.
Ensaio medianamente bem sucedido, perspectiva de tocar em breve, sim vou ser famoso, alguns amigos novos, luta contra os caras de pau... a vida é a mesma.
A certeza de que o chefe fora trocado, em alguns dias, por um cara completamente diferente e bem humorado, acreditar que ainda posso me dar bem no CRC me anima um pouco. Estipulei certos prazos pras coisas darem certo como estão, não posso perder os 90 minutos jogando com o time igual. Então se juntam à jornada alguns companheiros de curta data, mas com a mesma cara pelada que tenho, prontos a tomar na cara junto comigo, não por mim, mas por nós. Vai ser deveras caótico!

E por falar em coisas caóticas: sexta-feira, uma noite de narizes entupidos, frio no peito, algumas mentirinhas, barulho muito barulho, festa, gente nada bonita, espera espera espera, liga, ninguém atende, ok, eu entendo, e agora faz sentido sim. Enchi a cara, não passei mal, dormi no corredor de um prédio sobre um piso de pedra, no duro e no gelado... não fiquei doente, foi louco isso. Cheguei em casa às 8 da madrugada, com sono e com os olhos estalados. Dio cane, mereço... EU mereço.

Sábado, um dia nada agitado, ficar de pijama o dia todo.

Domingo: aaah domingo sim foi maravilhoso, mesmo que tenha corrido atrás de prejuízos algumas vezes e tenha passado 15 minutos ocupado com coisas que não fossem relativas à bebida, foi interessante... muito interessante... corta o chato cara de pau, revê os amigos, abraça-os, faz escândalo, sente-se orgulhoso por poder ajudar, sente-se importante assim. Conhece alguém de outra forma, dá o mais carinhoso beijo no rosto, fica devendo as coisas que tinha prometido.
Enfim, dia bom, muito bom!
Segunda, terça e quarta: os resultados de domingo... sim, o amor deixa a gente MUITO idiota!

Jack, desculpa por não ter o Modem, está empenhado mesmo... e eu te mato, a calça só pra sábado? putaquemerda, vo me matar

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

§)



O autor da teoria do caos disse que: 'osimples voô de uma borboleta pode causar um estrondo do outro lado do mundo" pensando nisso, eu tento imaginar o que acontece no japão em dias como esses ultimos que passei...


Sexta-feira, 17:00, saio as pressas do trabalho, tomo um banho, em passos largos chego na rodoviária, ((com uma escala no bar do mineiro, pra comprar vinho)) entro no onibus, desembarco do veiculo, entro num bar, encontro o que procurava... já na saida um cara se apresenta à mim, nós dois com o mesmo objetivo ficamos vagando pelas ruas durante algumas horas, sigo meu caminho em direção a uma festa, afim de esperar uns amigos... chego lá devidamente bebado e com o nariz entupido, encontro amigos, espero amigos... bebo, rio, bebo, falo, bebo, tatuam (?) minha perna, faço analogias e comparações infâmes, meus amigos chegam e numa grata surpresa, nós continuamos bebendo, caio uns tombos, faço planos, ouço planos, COMPARTHilho planos, entro na festa, vou ao banheiro, perco o controle, recebo propostas homossexuais (¬¬), deito, mas fico acordado, durmo na mesa, a festa acaba, acendem as luzes, saio, ando em circulos pelas ruas, reencontro pessoas, acompanho pessoas até suas casas, continuo andando em circulos, reencontro mais pessoas, rimos muito sobre a noite, rimos pra quebrar o silêncio que precede o amanhecer na highland, não consigo achar a saida do prédio, tenho surtos claustrofóbicos, um dos junklies presentes no auge de sua genialidade abre a porta pra mim, vou embora, sem cigarros, entro no onibus,não consigo durmir, trabalho o dia inteiro, durmo um pouco, acordo, vou em direção à rodoviária ((faço a mesma escala, no mesmo bar, e compro o mesmo vinho)) sento no fundo do onibus, me acomodo e bebo, pessoas estranhas sentam ao meu lado, e falam girias em demasia, tipo: "porra mano, lá na casa da minha mina tem internet, mas o baguio é discado, então ela só acessa os baguio nos fim de semana..."continuo bebendo com minha expressão "¬¬"


Novamente encontro pessoas e tenho expressãoes eufóricas com isso, continuo bebendo, bebo tanto quenão me lembro de quase nada hoje, sofro ameças de homens de farda azul, faço coisas desnecessarias, perco meu dinheiro, meus amigos me dão dinheiro, me deixam na rodoviaria, durmo, perco o onibus, acordo atordoado, sem dinheiro entro num onibus ((graças à minha fertilidade verbal))vou pra casa do ace, durmo, acordo cedo, bem cedo, vou pro trabalho... e pqp realmente, não lembro dos detalhes sórtidos de tudo isso =s


mas foi junkie xD




"uso esse espaço, pra agradecer à quem me ajudou, financeira e psicologicamente, e pedir desculpas por coisas do genero 'mijar fora do vaso', pqp, amo vcs suas bichas desgraçadas *-*"

sábado, 10 de novembro de 2007

Noite caótica... demais!

sai, bebe, se diverte
tudo isso é uma rotina já
mas as vezes alguma coisas surpreendem:

sai, se fode, gasta dinheiro a toa, desafina, canta mal, vai pra festa, gasta dinheiro a toa por umas horas a mais acordado e umas dores de cabeça, bebe mais um pouco pra esquecer disso.
encontra o povão te esperando como se tu fosse muito mais do que realmente é
corre, quase bate o carro atrás de satisfação nada lucrativa para outras pessoas
frequenta diversas vezes o banheiro
procura, frustrado, por uma pessoa e não a acha, então se desespera, mas depois fica sabendo do que houve, ou não.
conhece pessoas diferentes no Drive Thru do Habibs, pára pra conversar na fila pra pegar a bóia, convida pra festa, inventa história.
volta pra festa, bebe
cuida
bebe
cuida
fica sem lugar pra dormir, então porra, vai o chão mesmo: aquele chão duro e gelado, vo morrer daqui uns dias por causa daquilo. come cachorro quente de rua dum velho que não sabe distribuir mostarda AO LONGO DA SALSICHA e põe tudo acumulado num lugar só.
chega cedo em casa, vindo no primeiro bus, liga o pc, e nada dela
entao espera
espera
espera
logo ela aparece
e parece que o dia fica lindo
exceto pelo sono
e por algumas coisas mais

enfim
às vezes a gente tá na merda mesmo, mas em alguns minutos, a coisa muda. E isso se aplica À caixa do baixo, à janta das bandas, ao transporte, ao combustivel, à multa do Zoreia, tadinho, à falta de publico... à muita coisa
então pare, analise, pense, diga
pq estamos cercados de surpresas, nem sempre agradáveis, mas ahn
que se foda o resto
noite foda e deu
((nada de filosofias pra isso, não to legal a tal ponto))

uiui
odeio ROXO... ou não